As primeiras espécies de mudas “vitis viníferas” foram trazidas à América pelos colonizadores espanhóis no início do século XVI, principalmente pelos padres Jesuítas, que chegam ao México e vão descendo toda a América do Sul, trazendo a cultura das videiras para fazer vinho para as missas.
Trazem videiras mais resistentes e de menor qualidade que se adaptam na região, a criolla (nome dado as primeiras mudas) e a moscatel de Alexandria. Esta cultura ganha peso da igreja para consumo local e para negócios.
No século XIX com a chegada de um novo grupo de europeus, entre eles Italianos, Franceses e Espanhóis trazem com eles outras qualidades de uvas vitis viníferas, como cabernet sauvignon, chardonnay, malbec e estas uvas começam a ser mais relevantes sobre as variedades criollas e se misturam com as novas variedades criando outras.
Final dos anos 80, Nicolás Catena Zapata, começa a frequentar centro de estudos nos Estados Unidos e vê o mundo completamente diferente e vem com uma nova visão. Ele inicia uma grande revolução, dando destaque para vinhos como “Malbec”, ali inicia a inovação.
E assim a Argentina passa a ser um grande consumidor de vinhos, com uma grande protagonista a Malbec.
Dicas práticas para escolher vinhos e espumantes sem medo.