Os espumantes surgiram, quando Dom Perignon desenvolveu misturas de diferentes vinhos na busca de melhores resultados. Estudou o controle de fermentação e a forma de eliminar os sedimentos das leveduras após a segunda fermentação.
No Brasil, a elaboração de espumantes iniciou no século XX, na cidade de Garibaldi, RS.
É quando a fermentação é interrompida por resfriamento, quando a bebida atingir 7,5% alcoólicos, resfriando os autoclaves à 0 º. Resulta em muito frescor.
É um processo com duas fermentações, sendo a segunda na própria garrafa, para este método, o vinho base exige características peculiares como acidez marcante e graduação alcoólica moderada. O Brasil tem excelentes bases de chardonnay com estas características. Neste método a segunda fermentação acontece na garrafa.
Quando o espumante já está na garrafa temos a opção da autólise, é o grande princípio do método tradicional, é quando a bebida ganha complexidade em aroma e sabores, também em textura, corpo e cremosidade.
É um processo com duas fermentações, porém a segunda na autoclave. As autoclaves são tanques que suportam grandes pressões. O vinho fica nestes tanques no máximo por 6 meses, quando fica disponível para o envase.
Dicas práticas para escolher vinhos e espumantes sem medo.